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05/10/12

MANTIS TOUR 315


Cabeça: 95 in² / 613cm²
Comprimento: 68.5 mm / 27 in
Perfil: 20mm
Peso: 315g (s/ corda)
Equilibrio: 310mm
Rigidez: 66
Padrão de Cordas: 18 x 20

A Mantis Tour 315 é a raquete mais exigente da marca inglesa. O padrão fechado exige um swing mais sólido e consistente.

Esta é sem duvida uma raquete direccionada para controlo. A cabeça de 95 e o padrão de cordas fechado oferecem um sweetspot generoso. O peso facilmente ultrapassa os 330g, com o equilibrio a 310 e com um swing rápido, a Mantis Tour 315 quer na mão, quer em jogo, parece mais leve.

Já pessoalmente acho que a raquete tirava mais partido se tivesse o equilibrio a 300mm em vez dos 310mm de origem. A sensibilidade é excelente, sem qualquer vibração.

A Mantis Tour 315 é uma raquete indicada a jogadores de nivel intermédio(alto) a avançado.


03/10/12

MANTIS 300

Cabeça: 100 in² / 645cm²
Comprimento: 68.5 mm / 27 in
Perfil: 22.5-25-23mm
Peso: 300g (s/ corda)
Equilibrio: 320mm
Rigidez: 70
Padrão de Cordas: 16 x 19

No meu entender, começa aqui o reconhecimento da excelente qualidade da Mantis. Em Junho a Mantis 300 recebeu o prémio de melhor escolha pela revista inglesa TennisHead.

Já tinha adorado a Mantis 285, mas esta versão é 15g mais pesada e tem um equilibrio 5mm mais perto do cabo o que faz toda a diferença. Pancadas mais solidas, muito fácil de acelerar, optima sensibilidade quer em potência, quer em toque.

Com jogabilidade semelhante à Babolat Pure Drive, mas com muito mais controlo. Não senti qualquer vibração, mesmo nas pancadas mais agressivas. O spin gerado é bom graças ao padrão aberto, quer de direita, quer de esquerda, e gostei particularmente do slice de esquerda, que se tornou numa pancada muito suave.

Indicada a rol de jogadores muito abrangente, são os jogadores de nivel iniciantes a intermédios quem mais tira partido, e algum profissionais que gostem de raquetes leves.

02/10/12

MANTIS 285

Cabeça: 100 in² / 645cm²
Comprimento: 68.5 mm / 27 in
Perfil: 22.5-25-23mm
Peso: 285g (s/ corda)
Equilibrio: 325mm
Rigidez: 70
Padrão de Cordas: 16 x 19

A Mantis 285 oferece excelente combinação entre conforto e controlo. De swing fácil, esta raquete ajuda a jogar e é indicada a jogadores de nivel iniciante a intermédio.
Pessoalmente fiquei surpreendido que uma raquete com 285g desse tanto prazer em jogar. Sólida, fácil de acelerar a pancada e com um controlo muito bom. A sensibilidade é muito boa e a vibração é praticamente nula. Nas pancadas mais agressivas comportou-se bem, mas senti a falta de massa, já no jogo de rede foi bastante convincente, embora a cabeça de 100 não ofereça o controlo que estou habituado.
Poderá ser uma optima opção para jogos de pares.

01/10/12

MANTIS 265

Cabeça: 100 in² / 645cm²
Comprimento: 68.5 mm / 27 in
Perfil: 22.5-25-23mm
Peso: 265g (s/ corda)
Equilibrio: 335mm
Rigidez: 69
Padrão de Cordas: 16 x 19

A Mantis 265 é a sucessora da Mantis 250.

15 gramas mais pesada e 10mm mais perto do cabo no equilíbrio, tornam esta raquete mais controlada e mesmo sendo uma raquete ultra-leve (para mim) é sem duvida um optima escolha.

Mais indicada a senhoras, esta raquete tem menos vibração que a Mantis 250 e é praticamente imperceptível.

27/02/11

DUNLOP BIOMIMETIC 300 - Review

Lançada a 01 de Novembro de 2010 a Biomimetic 300 é a actualização da Aerogel 4D 300 e é uma das actualizações mais esperadas da nova colecção da Dunlop.

6ªfeira recebi finalmente a raquete de teste e aproveitei o bom tempo do fim-de-semana para testa-la. Este este foi um dos mais esperados porque a minha raquete actual é a Dunlop Aerogel 4D 300.

Na parte estética está muito bem concebida. Fundo preto baço, vermelho e cinza. Na cor vermelha pode-se sentir o relevo da tecnologia AeroSkin, que segundo a Dunlop, oferece maior velocidade aos movimentos, e na realidade, notei este modelo bastante mais rápido em comparação ao anterior.

A Dunlop é hoje em dia uma das raras marcas que ainda oferecem as raquetes encordoadas e capa protectora, sejam elas indicadas a jogadores iniciante, intermédios ou profissionais.

A Biomimetic 300 é encordoada com a Dunlop Silk 1.30 que é uma corda em multifilamentos de alta-qualidade.

A nivel estrutural a raquete está um pouco diferente, a começar pela grafite utilizada, onde a Dunlop afirma utilizar a composição molecular HM6 retirada da F1. A garganta foi ligeiramente alterada, a ponte está mais larga e a ligação à cabeça tem agora cavidades côncavas, o que faz com que por um lado ofereça mais resistência e potência e por outro ofereça mais controlo e flexibilidade. No modo geral a raquete está mais rígida oferece ligeiramente mais potência que o modelo anterior mas continua a ser uma raquete orientada para controlo.

Características:
Cabeça: 632 cm² / 98 in²
Comprimento: 685 mm / 27 in.
Peso: 290g (s/corda)
Equilíbrio: 330mm
Rigidez: 65
Perfil: 21mm
Padrão de Cordas: 16 x 19

04/12/10

TECNIFIBRE T-FIGHT 305 V02MAX - REVIEW

Em parceria com a FERFILTENIS, o Luis Correia do Online Tennis Blog teve em mão a nova Tecnifibre T-Fight 305 V02max.

A nova aposta da marca francesa oferece versatilidade e é indicada para qualquer tipo de jogador.

Basta seguir o link para saber o review do Luis Correia

24/11/09

HOMEM vs MAQUINA

Não consegui resistir à tentação de experimentar a máquina de lançar bolas. Queria saber qual era a sensação, como funcionava. Uma máquina nunca poderá substituir um parceiro humano, ou poderá???

O momento da verdade chegou. O confronto mano-a-mano, homem vs máquina, não podia ser adiado. Decidi fazer uma sessão de treino num court coberto de maneira a ter controlo sobre o ambiente circundante, mas mais importante para estar isolado, para ninguém julgar ou avaliar.

Mas esta não era uma máquina qualquer, é a topo de gama. Do outro lado da rede tinha a TENNIS TUTOR PLUS PLAYER. Depois de ler as instruções, preparei um plano de treino. 1º balde, voleys. 2º balde, fundo do court com ângulos abertos. E finalmente, 3º balde, modo de jogador, a máquina simula pontos lançando bolas curtas compridas, direitas e esquerdas.

Centrei a máquina na linha do fundo, e tracei a trajectória, velocidade máxima (pensei que não haveria grande dificuldade) e botão ON...

Após umas bolas de teste senti-me logo como se estivesse à frente dum plutão de fuzilamento, mas estando à rede facilitou dar conta do recado, ao fim de alguns minutos, muuuuito longos, as munições acabaram e eu estava com uma respiração bastante acelerada.
1ª ronda: Empate :o|

Máquina recarregada e estava pronto para a 2ª ronda.
Nota importante: Apanhar bolas não é tão mau como se pensa!?!
Tempo de melhorar a consistência ao fundo do court. Bola para a direita, depois para a esquerda, novamente para a direita e ao fim de alguns segundos parecia um limpa-vidros dum automovel em velocidade máxima. A 3/4 do balde estava por um fio, tinha os pulmões e o coração na boca, as ultimas bolas nem me fiz a elas. A este ponto a minha t-shirt estava ensopada em suor, a minha garrafa de água vazia e a necessidade de oxigénio era tão grande que respirar pela boca deixou de ser opção.
2ª ronda: Máquina :o(

Nunca na minha vida tinha demorado tanto tempo a apanhar bolas como desta vez. Máquina recarregada e estava pronto para a 3ª e última ronda - Modo Jogador. Depois de ter quase desmaiado na 2ª ronda, decidi desta vez encher só metade do balde. Problema resolvido. A 1ª bola é lançada para a minha direita e o ponto começa. Estava a correr, mas para minha surpresa, muitas das bolas vinham em minha direcção. Algumas ficavam na rede e até algumas longas demais. Afinal a máquina não é perfeita!!!
3ª ronda: Homem :o)

No fim do treino estava exausto, completamente de rastos, não me lembro da ultima vez que exigi do físico desta maneira. O que aprendi com este treino é que uma máquina é o parceiro perfeito para melhorar a consistência e aumentar a capacidade física. Os lançamentos repetidos e inalterados da máquina são perfeitos para analisar e ajustar cada pancada dada. Obviamente não é, nem se assemelha a um parceiro humano, nem é tão divertida, não diz disparates, não faz palhaçadas nem partes raquetes quando está a perder, é simplesmente uma coisa sem alma do outro lado da rede, mas faz na perfeição o que está programado.

Definitivamente ter uma máquina de lançar bolas é a melhor ferramenta de treino possivel, infelizmente os preços não são apelativos.

12/07/09

DUNLOP AEROGEL vs AEROGEL 4D

Comparação entre duas raquetes da Dunlop, a Aerogel 200 e a nova versão, a Aerogel 4D 200.

A AG 4D aparece de cara lavada, o branco foi substituído pelo preto, mas o azul como côr principal mantêm-se. Pessoalmente acho que a AG 4D ficou com um ar mais pesado, devido às cores escuras.

Em mobilidade esta raquete continua excelente, com algumas semelhanças com a Wilson K6.1 Tour devido ao shaft mais longo que o normal que é indicado para manuseamento e mobilidade. Para quem faz a esquerda a uma mão é excelente.
Nas características descritas pelo fornecedor ambas as raquetes tem peso igual, algo que não é verdade. A AG 4D é ligeiramente mais pesada que a AG, mas no swing essa alteração não se faz notar. O equilíbrio é o mesmo, com o peso inclinado para o cabo e com um padrão de corda a 18x20, esta raquete grita controlo, algo excelente para quem gosta de acelerar as pancadas, mas para quem usa muito spin, esta raquete não será a melhor escolha. Quer a AG, quer a AG 4D, favorecem o jogador que usa pancadas chapadas, especialmente tem-se um controlo divinal no serviço chapado e no serviço em slice, já no serviço em kick, o efeito está lá, mas sem grande ênfase.

Em jogo notei que a AG 4D está mais sólida do que a versão anterior. Esta solidez favorece sem dúvida o jogo ao fundo do court, e para melhorar esta solidez em jogo, a Dunlop reduziu a rigidez de 63 para 62 o que aumentou a profundidade das pancadas.
O peso desta raquete deveria reduzir as vibrações, mas infelizmente este foi o único ponto em que a AG 4D não me agradou, as vibrações das pancadas sentem-se, e bem, a falta dum antivibrador foi imediata, assim que é colocado o conforto aumenta significativamente, na versão anterior essas vibrações não se fazem sentir tanto, mas mesmo assim requer dum vibrakill.

No modo geral, a AG 4D não trouxe grandes novidades, adaptou-se às exigências dos dias actuais, onde o jogo é baseado ao fundo do court. Continua a ser uma excelente raquete e é indicada ao jogador que jogue chapado ou com pouco spin e que domine as suas pancadas, quer em direcção, quer em profundidade. Aumenta a consistência a quem joga a esquerda a uma mão. (NTRP 4.0)

Avaliação pessoal (0 a 100)
80

Tester:
NTRP: 4.5
Aerogel 200 18x20
Signum Pro Tornado a 26kg

24/02/09

Wilson K Pro Staff 88

Mas antes de mais tenho que me qualificar para terem noções de comparação. Sou um jogador 4.0 a 4.5, jogo com uma raquete de 335g com padrão de cordas 18x20 e equilíbrio 305mm, prefiro o jogo ao fundo do court mas subo à rede sempre que posso.

Para começar, tive bastante dificuldade em controlar a K Pro Staff 88. A maior parte dos jogadores vão achar esta raquete bastante pesada (349g s/ corda), sem potência e com uma zona de impacto muito pequena. A K Pro Staff 88 necessita dum swing longo, rápido, e de força de corpo. É indicada para o jogador que usa pancadas chapadas (continental a eastern), os que usam uma pega western vão ter muita dificuldade em exercer as pancadas.

Neste momento a K Pro Staff 88 é a raquete mais pesada do mercado e o seu peso de 349g (s/ corda) é fora do normal para os dias de hoje, o seu perfil de 17 mm dá-lhe a estabilidade necessária, e o seu equilíbrio a 315 mm torna esta raquete incrivelmente manobrável mesmo pesando mais de 350g com corda. O bom de se jogar com uma raquete tão pesada é a baixa vibração provocada pelas pancadas mesmo fora do centro de encordoação. Um aspecto que não foi 100% do meu agrado, foi o grip em cabedal, estes grips eram muito usados à cerca de 10 / 15 anos atrás onde o controlo e a robustez duma raquete sobrepunham-se ao tipo de grip usado, senti excelente aderência, tanta que até levantou pele, por isso aconselho a quem já tenha calos sólidos, caso contrario sempre se pode colocar grip novo.

O problema de se jogar com uma cabeça tão pequena (88 in / 568cm²) é que qualquer pancada fora do sweet spot é bola certa no aro. Mas quando a pancada é bem no centro da encordoação... pode-se perceber porque é que Federer, Sampras ou Edberg preferem este tipo de cabeça. O controlo é supremo e a potência divinal. No serviço é preciso braço e ombro consistente e calejado, caso contrário é bastante penoso servir com esta raquete. O serviço chapado sai profundo e quase milimétrico. Na rede é incrivelmente leve e com um controlo que ainda não encontrei em qualquer outra raquete, consegue-se colocar a bola exactamente no local previsto.

O padrão de 16x19 é aberto e indicado para spin, mas nesta raquete devido à sua cabeça pequena este padrão parece muito fechado. Como esta raquete só se consegue executar pancadas chapadas a durabilidade das cordas é maior, mas aconselho a utilizar uma encordoação híbrida para se tirar melhor proveito das capacidades da K Pro Staff 88.

O teste a esta raquete foi cerca de 1 hora e das pancadas todas acho que só encontrei o sweet spot cerca de 25%.

Classificação (0-100): 80

Cabeça: 568 cm² / 88 sq. in.
Comprimento: 686 mm / 27 in.
Peso: 349g (s/corda)
Equilibrio: 315 mm
Rigidez: 67
Perfil: 17 mm
Padrão de Cordas: 16 x 19

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